Os defensores do consumidor exigem melhor proteção contra vendas porta a porta - explica especialista financeiro
De acordo com um relatório do www.faz.net, novos números mostram que as reclamações dos consumidores sobre vendas porta a porta, como ligações de fibra óptica ou ofertas de energia, aumentaram mais de 20 por cento em comparação com o mesmo período do ano passado. Os centros de aconselhamento ao consumidor registaram cerca de 5.400 reclamações de Janeiro a Outubro e estão a pressionar por uma melhor protecção contra esse tipo de assédio e armadilhas contratuais. De acordo com os dados, 35 por cento das reclamações diziam respeito a ofertas de telefonia fixa para telefonia e internet, seguidas de electricidade com 13 por cento e ofertas móveis com 6 por cento. O maior aumento de reclamações registou-se nas comunicações móveis, seguidas das ofertas de energias renováveis e de telefonia fixa. Esses números mostram a necessidade...

Os defensores do consumidor exigem melhor proteção contra vendas porta a porta - explica especialista financeiro
De acordo com um relatório de www.faz.net, novos números mostram que as reclamações dos consumidores sobre vendas porta a porta, tais como ligações de fibra óptica ou negócios de energia, aumentaram mais de 20 por cento em comparação com o mesmo período do ano passado. Os centros de aconselhamento ao consumidor registaram cerca de 5.400 reclamações de Janeiro a Outubro e estão a pressionar por uma melhor protecção contra esse tipo de assédio e armadilhas contratuais.
De acordo com os dados, 35 por cento das reclamações diziam respeito a ofertas de telefonia fixa para telefonia e internet, seguidas de electricidade com 13 por cento e ofertas móveis com 6 por cento. O maior aumento de reclamações registou-se nas comunicações móveis, seguidas das ofertas de energias renováveis e de telefonia fixa.
Estes números mostram a necessidade de uma melhor protecção contra as vendas porta-a-porta e sublinham a importância de as visitas porta-a-porta só serem permitidas com o consentimento prévio dos consumidores. Os defensores dos consumidores também pedem uma extensão do período de cancelamento dos contratos ao domicílio de 14 para 30 dias.
Tendo em conta estes números, o impacto no mercado poderá ser que as empresas que dependem de vendas porta-a-porta enfrentem um maior escrutínio e regulamentação. A pressão sobre essas empresas para garantir práticas éticas e transparência pode aumentar. Para os consumidores, o aumento da regulamentação poderá significar que estarão mais protegidos contra vendas porta-a-porta indesejadas e terão mais segurança na celebração de contratos.
É importante que as organizações de defesa do consumidor e os reguladores trabalhem em estreita colaboração para garantir que os consumidores sejam protegidos de vendas porta-a-porta imprudentes e enganosas e que os retalhistas adiram a práticas éticas.
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