Ministros da defesa do consumidor discutem o direito à reparação em Constança

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A especialista em direitos do consumidor Elke Salzmann adverte que o regulamento de reparações da UE é uma farsa. Saiba mais sobre as críticas que fizeram à legislação da UE em Constança. Participe da discussão!

Die Verbraucherrechtsexpertin Elke Salzmann warnt vor der EU-Reparaturregelung als Mogelpackung. Erfahre mehr über ihre Kritik am EU-Recht in Konstanz. Schließ dich der Diskussion an!
A especialista em direitos do consumidor Elke Salzmann adverte que o regulamento de reparações da UE é uma farsa. Saiba mais sobre as críticas que fizeram à legislação da UE em Constança. Participe da discussão!

Ministros da defesa do consumidor discutem o direito à reparação em Constança

Desde a primavera, os consumidores têm direito a reparações de acordo com uma diretiva da UE. Apesar deste requisito, não existe atualmente nenhuma lei alemã específica que regule este direito. Em Constança, os ministros da defesa do consumidor estão a tratar desta questão para discutir possíveis medidas. Elke Salzmann, membro da Associação Federal de Organizações de Consumidores, criticou as medidas planeadas pela UE numa entrevista à SWR. Salzmann alertou que o direito à reparação poderia ser simplesmente um “pacote falso” e, portanto, não trazer o alívio esperado para os consumidores.

Um ponto-chave de crítica de Salzmann são os elevados custos associados às reparações, que ainda não foram abordados pela directiva da UE. Segundo ela, são principalmente os reparos caros, em comparação com a compra de novos, que impedem os consumidores de consertar seus aparelhos defeituosos. Esta circunstância sublinha a importância de uma regulamentação abrangente e favorável ao consumidor no domínio do direito à reparação.

Resta saber como os ministros da defesa do consumidor e a UE responderão às críticas de Elke Salzmann e de outras partes interessadas. As discussões e decisões nesta área podem ter um impacto significativo na vida quotidiana dos consumidores e são, por isso, de grande importância. Coloca-se a questão de saber até que ponto a directiva da UE precisa de ser adaptada ou complementada para permitir realmente as melhorias desejadas para os consumidores.